quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Braga - Divulgação, Bravos da Boa Luz em Festa do seu X aniversário

8 comentários:

  1. Então mas quando são os outros a dar espectáculos de fado há problema e agora não? :P

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  2. Oh Sócio;
    A tua observação é relevante, não gosto de ver bracarenses a divulgarem a cultura dos outros, é verdade. Mas, (há sempre um mas), esta associação não "institucional" tem direito a fazer o que lhe dá na vinheta e a sua direcção só responde perante os seus associados e não vive de subvenções públicas do tipo Fundações (tipo da do Mário Soares e outras). Sobretudo vive de boas vontades do povo, que parece ser ser o caso desta iniciativa. Creio que desta feita o benemérito é a ACOFA. A propósito, já fizes-te algo por a sociedade como os Bravos? Vai apanhar Sól.

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  3. hehehehe...da-le com o fogareu, Farry!

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  4. Então o Farricoco também já toca a musica da mourama?! Estamos conversados

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  5. Ó Farricoco, eu até compreendo a tua posição face aos Bravos da Boa Luz. Mas a partir do momento em que a CEJ começou a dar visibulidade (ou aproveitar-se) do trabalho dos BBL, tu passáste-te para o lado de lá.....
    estás tão meiguinho para com mesquita, o vitor de sousa e o grupo da peixeirada que são as vereadoras....

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  6. FOLCLORE E MÚSICA CELTA!!! Injectem essa cultura para combater a dose que foi dada pelo Estado Novo.

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  7. Mais um das contradições e incoerências do farricoco...

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  8. Farricoco, deixa-os cantar:

    Há para o sofrimento
    Um bom remédio afinal
    É cantar e num momento
    Ninguém se lembra do mal
    Não custa mesmo nada
    Tentem fazer como eu
    Uma guitarra afinada
    Um voz bem timbrada
    E tudo esqueceu

    Quando a tristeza me invade
    Canto o fado
    Se me roubam o subsídio
    Canto o fado
    Haja roubalheira á vontade
    Canto o fado
    Por uma nomeação perdida
    Não passe na vida
    Por um mau bocado
    Se acaso o partido o esqueceu
    É fazer como eu
    Deixe andar cante o fado

    Não é que não me interesse
    Por quem a um job não resiste
    Mas há gente que parece
    Que gosta até de andar triste
    Tem sempre um ar fatal
    A que ninguém o obriga
    E nesta vida afinal
    Vendo bem nada vale
    Mais do que uma cantiga

    Quando a tristeza me invade
    Canto o fado
    Se me roubam o subsídio
    Canto o fado
    Haja roubalheira á vontade
    Canto o fado
    Por uma nomeação perdida
    Não passe na vida
    Por um mau bocado
    Se acaso o partido o esqueceu
    É fazer como eu
    Deixe andar cante o fado

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