segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Braga - Despacho do XIS em 26-11-12


Quando a bota (não) bate com a perdigota (com foto).


O deputadolas de Braga fez suas as seguintes palavras, mas na Assembleia da República continuou a dar de comer ao "monstro" que se vê na foto:


"O governo está espremido entre duas forças, os credores que não emprestam mais enquanto não tivermos juízo e esta gente – professores, médicos, etc. –, que quer proteger ao máximo os seus interesses, esteve a comer acima das suas posses durante 15 ou 20 anos, à custa da dívida externa."


Rx, com toda a Confiança!

Braga - Grande poeta me saiu o C. Miguel


Poema do noivo e resposta da noiva...


O noivo escreveu um poema para noiva um pouco antes do casamento:
Que feliz sou, meu amor!
Domingo estaremos casados,
O café da manhã na cama,
Um bom sumo e pães torrados

Com ovos bem mexidinhos
Antes de ir p' ró trabalho
Tudo pronto bem cedinho
P'ra inda ires ao mercado

Depois regressas a casa
Rapidinho arrumas tudo
E corres pro teu trabalho
Para começares o teu turno

Tu sabes bem que, de noite
Gosto de jantar bem cedo
De te ver toda bonita
Com sorriso ledo e quedo

Pela noite mini-séries
Cineminhas dos baratos
E nada, nada de shoppings
Nem de restaurantes caros

E vais cozinhar p'ra mim
Comidinhas bem caseiras
Pois não sou dessas pessoas
Que só comem baboseiras...

Já pensaste minha querida
Que dias gloriosos?
Não te esqueças, meu amor
Qu'em breve seremos esposos!

Como resposta, a noiva escreveu um poema para o noivo
Que sincero meu amor!
Que linguagem bem usada!
Esperas tanto de mim
Que me sinto intimidada

Não sei de ovos mexidos
Como tua mãe adorada,
Meu pão torrado se queima
De cozinha não sei nada!

Gosto muito de dormir
Até tarde, relaxada
Ir ao shopping fazer compras
de Visa, tarjeta dourada

Sair com minhas amigas,
Comprar roupa da melhor
Sapatos só exclusivos
E as lingeries p'ró amor

Pensa bem... ainda há tempo
A igreja não está paga
Eu devolvo o meu vestido
E tu o fato de gala

E domingo bem cedinho
Em vez de andar aos "AIS",
Ponho aviso no jornal
Com letras bem garrafais:


HOMEM JOVEM E BONITO
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA
PORQUE A EX-FUTURA ESPOSA

DECIDIU MANDÁ-LO À MERDA!

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            Farricoco Fogaréu

    Oh Antonio, aquilo foi penalty! Agora não houve direito a entrevista como em Alvalade? Ou será que vamos ter prenda de Natal na 6ª?

            Farricoco Fogaréu

    Será que ao fim de 372 anos a Catalunha se irá tornar independente, depois de nos terem dado uma mãozinha em 1640

            Farricoco Fogaréu
     
    Oh Zé, e no final é sempre a mesma "jandra", perdemos.

Braga - A profecia do A. Pereira


Recibo de Janeiro!!

Braga - O Olho Clinico do C. Miguel


O estado do Mundo, resumido numa foto

Braga - Reportagem do C. Miguel em S. Bento no dia 14/11


Espero com este reenvio não contribuir para que esta mulher receba qualquer tipo de retaliação pelas palavras que proferiu.

Ela só “abriu o livro” e disse o que muitos gostariam de dizer.

Uma mulher de "tomates"!!!

domingo, 25 de novembro de 2012

Braga - Divulgação do Braga Semanário

São promessas, senhores!
Foi debatido e aprovado em reunião de Câmara, pelos votos da maioridade socialista, o plano de actividades para o próximo ano. Este plano, que pretende apresentar as linhas orientadoras das políticas municipais, traz consigo uma nova surpresa…a mesma que vinha rubricada nos planos em 2009, para 2010 – a inclusão das preocupações com locais patrimoniais, para se proceder a estudo e musealização de jazidas arqueológicas. Com surpresa, no ano das eleições de 2009, assistíamos a uma vontade do executivo, liderado por Mesquita Machado, em dar uma resposta à crescente reivindicação da população em valorizar as nossas heranças culturais. Nesse ano, a proposta do município, bem como o que estava rubricado no programa eleitoral do PS, apostava, pelo menos, em quatro locais de valor patrimonial, que careciam de urgente intervenção.......
Ricardo Silva

Ver mais: http://bragasemanario.wix.com/bragasemanario

sábado, 24 de novembro de 2012

Braga - Ver estes assuntos no nosso Facebook, é só clicar


            Farricoco Fogaréu

    Estou de acordo desta feita com o MM!
    (Como vês J. Paulo Mesquita, quando o homem tem razão também reconheço.)

            Farricoco Fogaréu

    A nossa Sondagem está a anos luz das outras.


    "Proteger" o Vara? Que remédio, se não vai tudo de choça!

            Farricoco Fogaréu

    Oh Zé cuida-te, estás QUASE a ir com o caralho!

            Farricoco Fogaréu

    Foi preciso o Xico Andrade morrer, para o Xico da Câmara lhe fazer uma homenagem. Se ainda cá estivesse iria aceitar isto?

      A Câmara dos "Brilhas" foi mais fina que a nossa
              Farricoco Fogaréu

      Sem comentários. Aonde pára o Provedor.

Braga - O que o Carlitos sabe!


Você é médico? Leiam, vale a pena -


Você é médico?
Uma senhora, com o seu filho de 5 anos, está a comer num restaurante.
De repente, a criança mete uma moeda na boca e engasga-se.
A mãe tenta fazê-lo cuspir a moeda dando-lhe palmadas nas costas, sem sucesso.
O menino está a mostrar sinais de asfixia e a mãe, desesperada, grita por auxílio.
Um homem levanta-se de uma mesa próxima e com surpreendente calma, sem dizer uma palavra, baixa as calças do miúdo, segura os seus pequenos testículos, aperta com força e puxa para baixo violentamente.
Automaticamente, o garoto com dor irresistível cospe a moeda, e o fulano, com a mesma calma com que se aproximou, voltou para sua mesa sem dizer uma palavra.
Após algum tempo, a senhora, já tranquilizada, aproxima-se para agradecer ao senhor por salvar a vida de seu filho, e pergunta:
- Você é médico?
- Não, minha senhora, eu sou o ministro das finanças Victor Gaspar, a minha especialidade é "espremer tomates até sacar a última moeda.

Braga - Despacho do XIS em 24-11-12


Quando a bota (não) condiz com a perdigota.


Falava-se disto em 04/08/2012:

"Ora, uma das privatizações sugeridas pela troika foi esta de que voltamos a ouvir falar. Ou seja: o negócio da saúde da CGD.

E voltamos a ouvir falar porquê?

Simplesmente porque o grupo Jerónimo Martins, do empresário Soares dos Santos - que a revista "Exame", do grupo de Pinto Balsemão, acaba de classificar como a maior fortuna portuguesa -, anunciou esta semana a intenção de criar um novo negócio na área da saúde.

Tudo normal, e ainda bem que a economia mexe positivamente com empresários a desafiarem a crise apostando em novos investimentos.

Porém, para a relação dos políticos com os eleitores não basta que os negócios corram normalmente. É indispensável que o povo respeite os termos em que os negócios acabam por ser feitos. E é deste ponto de vista simples mas crucial que o atual Governo tem a obrigação de não alijar responsabilidades que criou a si mesmo [e ainda estão na nossa memória] quando se fez eleger contra o clientelismo e os défices de transparência exatamente nesta área dos grandes negócios do Estado.

É aqui mesmo que bate o ponto, ou seja, na informação que nos for dada, ou não, sobre o papel do consultor: porque o grupo Jerónimo Martins contratou precisamente António Borges para o seu quadro de administradores."

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E como não há fumo sem fogo, fala-se disto em 23/11/2012:

"Soares dos Santos abre 40 clínicas em centros comerciais."

http://www.ionline.pt/portugal/medico-distancia-uma-ida-ao-pingo-doce

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O directório do Rx confessa-se confuso.

A coligação PSD/CDS/PPM em Braga não concorda com o aumento das tarifas da AGERE.

É esta a mesma coligação que apoia um governo que:

-Aumentou as tarifas da luz?
-Aumentou as tarifas do gás?
-Aumentou as tarifas da água?
-Aumentou o IVA da restauração que destrói os restaurantes bracaresnes?
-Aumentou os passes da CP?
-Aumentou os impostos?
-Aumentou as taxas moderadoras?



Rx, com toda a coerência e Confiança!

Braga - Dos Leitores

1 comentário:


  1. Chegará o dia em que a Europa, por força dos políticos patriotas, porá fim à política criminosa de socorro europeu de bancos falidos à custa dos contribuintes dos países mais pobres. Deixará de ser válido o argumento falso de que o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia proíbe o empréstimo indireto do Banco Central Europeu, via bancos públicos (ex. Caixa Geral de Depósitos), aos Estados a uma taxa de juro suportável (por exemplo, 1%).

    É insuportável o esgotamento financeiro dos povos mais pobres que são forçados a suportar margens de juro absurdas para que os bancos alemães e de outros países ricos sejam pagos dos créditos contraídos junto deles pelos bancos privados e Estados dos países mais pobres.

    Explico. O Banco Central Europeu empresta dinheiro a 1% (já não o habitual overnight de cedência de liquidez aos bancos privados, mas a três anos!) aos bancos portugueses, espanhóis, gregos, irlandeses e outros, mais ou menos falidos. Com esse dinheiro estes bancos compram títulos de dívida dos Estados pobres, cobrando juros exorbitantes. Quem fica com a margem? Os bancos privados destes países. Para quê? Para pagarem o crédito contraído por estes junto da banca alemã e de outros países ricos. Quem ganha, além destes bancos dos países pobres? Os bancos alemães e de outros países ricos que, de outro modo teriam que registar o prejuízo de não receberem o dinheiro que emprestaram e a própria federação alemã e outros Estados ricos que não têm de socorrer os bancos locais. E quem suporta a margem de lucro que os bancos europeus, uns e outros, encaixam? Os contribuintes portugueses e de outros países pobres. E a massa monetária- e o risco de inflação correspondente - não aumenta com os empréstimos do Banco Central Europeu, à banca privada? Sim: a inflação não é como colesterol: má com os empréstimos aos Estados, boa com os empréstimos aos bancos privados. Então, por que corre a Alemanha, e outros países ricos, esse risco? Porque melhoram a solvência dos bancos alemães e de outros países ricos, não tendo de os socorrer com dinheiro dos seus contribuintes. Quem deve custear a solvência dos bancos alemães? Paguem-na duplamente os contribuintes portugueses - através das prestações das suas hipotecas e através da margem cobrada aos Estados pobres pelos bancos nos empréstimos com spreads exorbitantes!...

    Dirão os frequentadores deste refúgio: «então por que motivo os governantes portugueses não denunciam este facto e não lutam contra ele, juntamente com outros países na mesma situação?» Porque assim também protegem os seus bancos falidos, com o alibi da teoria política da prioridade da proteção da banca privada sobre a solvência dos cidadãos. Na verdade, assim socorrem-se os bancos privados todos: os dos países pobres que recebem garrafas de oxigénio que os mantém, moribundos mas vivos; e os dos países ricos que continuam a receber o serviço do crédito que concederam aos bancos e Estados dos países mais pobres. Quase todos ficam felizes: os bancos e os políticos promíscuos com os seus interesses. Quem se lixa é o mexilhão do contribuinte português...

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Braga - Ver estes assuntos no nosso Facebook. Basta clicar


            Farricoco Fogaréu
     
    Destes desgraçados ninguém quer saber, Governo, Partidos e até os Sindicato, podera não pagam cotas.

            Farricoco Fogaréu
     
    Está em formação mais um Lobbi que vive graças ao O.E., trata-se agora dos Autarcas Juniores.

            Farricoco Fogaréu
     
    O novo Hospital de Braga começa a ter um record considerável de "barracadas". Por onde anda o Provedor do Utente, Padre Sousa Fernandes e o seu adjunto Albino?


    Oh Queirós, quem são esses RECOVEIROS do Demo»?

BRaga - As lamentações do C. Miguel


Estou farto disto tudo e por isso vou ausentar-me do país durante uma temporada para ver se isto passa!

Braga - As Tangas do Carlitos


2013 - O ano do preservati​vo

 
 
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IMPOTÊNCIA A 300%



Duas amigas encontram-se.
Já não se viam há muito tempo e puseram a conversa em dia.
- Então como vais? Tá tudo bem contigo?
- Tudo bem? ... o meu marido está com um grande problema...
- Que problema?
- Está Impotente a 300%...
- A 300%?...eu só conhecia a 100%...
- A 100% já estava há muito tempo .... mas agora entalou os dedos numa porta...e
para agravar o problema... queimou a língua na sopa a ferver!


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O que deve fazer um homem casado depois da missa?

O esposo regressa da missa, entra em casa a correr e dirige-se à esposa com invulgar alegria.

Abraça-a, levanta-a ternamente nos braços e vai dançando com ela suspensa
no ar, à volta de cada móvel de casa.

Pergunta a esposa, bastante admirada com o gesto:
- O que foi que disse hoje o padre no sermão? Será que disse que os maridos devem ser mais carinhosos com as suas esposas?

Responde o marido, radiante:
- Não amor
, o padre disse que temos que carregar a
cruz com alegria redobrada...






Braga - Despacho do XIS em 23-11-12


Obrigado Amares!


O menino que Ricardo Rio e Hugo Soares não conhecem


Supermercado do centro comercial das Amoreiras, fim da tarde de terça-feira. Uma jovem mãe, acompanhada do filho com seis anos, está a pagar algumas compras que fez: leite, manteiga, fiambre, detergentes e mais alguns produtos.

Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.

Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.

Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.

O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem.

Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-menino-que-gaspar-nao-conhece=f768572#ixzz2Cxfp96Ua

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Notícia Diário do Minho, relegada para um canto de página.

Bombeiros de Amares socorrem vítima de acidente de viação em Braga.

Após meia hora de espera, os populares revoltaram-se pelo facto de constatarem que em Braga duas corporações de bombeiros não fazem uma.

Podem agradecer a alguma cambada da coligação juntos por Braga, que vai destruindo os bombeiros voluntários, e ao super hiper que tudo ia resolver com mais meia dúzia de bombeiros e duas viaturas que chegam no dia 31 de Fevereiro.

Rx, com toda a Confiança!

Braga - Réplica de um Leitor ao que antecede

1 comentário:


  1. Nos portos há estivadores que acumulam mais de 1500 horas extra por ano.

    Isto representa uma média de 30 horas extra por semana!!!!

    Os estivadores mais antigos, com contratos antes de 1993, não necessitam de trabalhar as 8 horas por turno.

    Basta-lhes trabalhar 1 hora para terem direito ao pagamento integral do turno.

    Mais: existe um regime de prioridades que obriga os operadores a chamar sempre esses trabalhadores mais antigos ,que são também os que têm salários base mais elevados do que os outros.

    Existe uma "carteira profissional do trabalhador portuário" e ninguém que a não possua pode trabalhar nos portos. A concessão destas carteiras depende das máfias dos sindicatos da CGTP.

    Não faltam filhos, sobrinhos ou enteados dos estivadores mais velhos a querer essa carteira. É por isso que reina a aristocracia comunista nos Portos.

Braga - Dos Leitores

1 comentário:


  1. No dia 14 de novembro, na sequência de uma manifestação amplamente participada, convocada pela CGTP, e à qual aderiram os mais diversos setores e movimentos, o país assistiu, em direto, a dois incidentes distintos: um grupo de pessoas a arremessar pedras e outros objetos ao corpo de intervenção da polícia, que não reagiu; e uma carga policial violentíssima, que, longe de travar quaisquer atos de violência, antes os distribuiu, de forma gratuita, sobre todos os manifestantes. Isto apesar de ser claro, para quem lá estava e/ou viu as imagens televisivas, que o arremesso de objetos por um reduzido grupo de pessoas foi tolerado pelas forças policiais. Seguiram-se horas de terror nas imediações da Assembleia da República, que culminaram na detenção de dezenas de pessoas, incluindo um menor, no Cais Sodré — pessoas sem qualquer relação com os incidentes ocorridos durante a tarde. Os detidos, alguns feridos a quem foi negada assistência médica, ficaram incontactáveis durante horas, privados do direito legal de comunicar com a família e advogados, e foram coagidos a assinar autos com espaços em branco, para poderem sair em liberdade – nunca foram, portanto, sequer acusados de nada.
    O direito à manifestação vem consagrado na Constituição (e não depende, ao contrário do que muita vez se diz, de qualquer «autorização» — o que o Decreto-Lei nº406/74 estipula é a entrega de um aviso por escrito ao presidente da câmara municipal, com a antecedência mínima de dois dias úteis), e nenhuma democracia é digna desse nome se não o respeita. Mais ainda quando tenta condicioná-lo, fazendo uso de mecanismos repressivos, sem respeito pelas normas que caracterizam um estado de direito. No último ano, temos assistido a casos repetidos de notificação e subsequente instauração de processos a pessoas, pelo simples facto de estarem nas ruas a exercer o direito constitucional de expressar a sua opinião e fazer trabalho de mobilização.
    Foi precisamente o que aconteceu a uma das subscritoras da manifestação de 15 de setembro, que foi constituída arguida no dia 8 de novembro, pelo «crime» de organização de manifestação não comunicada, e se encontra, neste momento, com Termo de Identidade e Residência. A suposta «manifestação» terá, segundo a denúncia policial, ocorrido no dia 12 de setembro, e mais não foi do que a conferência de imprensa de divulgação da manifestação de 15 de setembro – em que 15 pessoas seguraram uma faixa em frente da Assembleia da República enquanto falavam com os jornalistas, sem qualquer incidente ou impacto na ordem pública. Aliás, fazemos notar que os agentes da PSP que se deslocaram ao local traziam consigo um mandado de notificação já preenchido, ao qual faltavam apenas os dados da pessoa a notificar.
    Porque sabemos que não há democracia com repressão e atropelos ao que fundamenta um estado de direito, denunciamos a estratégia, clara e previsível, de coação por parte das forças policiais. Se contestar pacificamente a austeridade fosse crime, todos seríamos criminosos pelo simples facto de dizer que não concordamos com ela. Porque nos recusamos a cair na armadilha de quem quer tornar as nossas ideias reféns de pedras e bastões, continuaremos a sair à rua, como sempre fizemos: a dar a cara por aquilo que acreditamos, e pacificamente. Temos muito mais do que pedras como argumento, e é por isso que não nos calam, nem com bastões nem com processos por crimes que não cometemos. Vivam os estivadores portugueses!

Braga - Cinema Farricoquiano: "E o gato não miou."


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Braga - Divulgação do Braga Semanário, colunistas da semana






Alicerces imperiais ou da falta deles (II)



A intervenção Israelita na Faixa de Gaza alicerça-se em motivos de ordem interna e em razões de natureza externa.

Do ponto de vista interno, Israel irá a votos no próximo mês de Janeiro, após a apresentação da demissão, por parte do governo de coligação encimado por Benjamin Netanyahu. Desta forma, o actual primeiro-ministro tentará alargar a sua base de apoio no seio do Knesset, facto que lhe permitirá fortalecer a sua política, mormente face ao incremento da ocupação sionista nos territórios ocupados e ao afastamento definitivo do processo negocial com a Autoridade Nacional Palestiniana....

Bruno Silva

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Falemos então de violência política



Na última semana, na sequência da greve geral, numa manifestação frente à Assembleia da República, tivemos uma amostra de atos desenquadrados de violência, pouco habituais nestes tempos mais recentes, menos habituais ainda se esquecermos algumas das claques dos nossos principais futebóis nas suas jornadas mais efusivas.....

Custodio Braga

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Adormecidos



Estando já há mais de 5 anos a viver em Barcelona mas sem deixar de estar em contacto permanente com Portugal, apercebo-me que vejo o meu país de uma forma ligeiramente diferente dos meus conterrâneos bracarenses.

Qual das visões é a mais correcta? A minha ou a dos demais? Na verdade não sei, mas acredito que o meio termo entre ambas as versões poderá ser a mais realista....

Ricardo Jorge Freitas

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O Misterioso Homem Canário



A sociedade actual está marcada por notícias relacionadas com actos de corrupção, nomeadamente económicos, financeiros e desportivos. São episódios que naturalmente envergonham (ou deviam envergonhar) qualquer pessoa, instituição ou sociedade e que por vezes nos fazem pensar que estas são apenas situações próprias destes anos de crise que atravessamos. Contudo, noutros tempos, noutras épocas, também se verificaram situações de corrupção que ficaram na memória colectiva.

Um dos grandes episódios de corrupção que abalou o país ocorreu em 1931, já lá vão mais de 81 anos, e teve o seu epicentro em Braga, envolvendo bracarenses. Tratou-se de uma falsificação de lotarias da Santa Casa da Misericórdia e de notas espanholas de cinquenta e de cem pesetas.

Os mentores e executores desta burla foram Albino Mendes e José Luís Costa....

Joaquim Silva Gomes

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O Gordinho Flopes



Na sua recente visita a Alvalade XXI, obra magna da arquitetura vernacular, António Salvador foi surpreendido por um convite de Godinho Lopes para visitar o museu do Sporting. Como é pessoa bem educada, aceitou. Durante a visita ao prateado museu, o presidente do Sp. Braga foi surpreendido com a presença dos jornalistas e só aí percebeu que o museu acabara de receber mais um troféu: ele próprio.....

Eugénio Queirós

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Lusofonia uma Oportunidade para Portugal



Enquanto não pararem de crescer as ameaças á economia Portuguesa e a um certo conceito de independência nacional, Portugal deve equacionar novos cenários na cena internacional e os países lusófonos devem estar doravante na agenda política e econômica da diplomacia portuguesa....

José Manuel Ferreira





Braga -Ver no F B

As análises sociológicas do Carlitos.